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Sergio Henriques
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O Sérgio juntou-se ao CCMAR, onde vai contribuir para o projeto “Ciência Entrega-se”, com a investigadora Patrícia Pinto, para aproximar a ciência e educação tecnológica a crianças e jovens de populações desfavorecidas do Algarve. Bem-vindo!


Conta-nos um pouco do trabalho que irás desenvolver no CCMAR: 

Acabo de me juntar ao CCMAR para trabalhar no projeto “Ciência Entrega-se”, que visa aproximar o ensino da ciência, tecnologia, engenharia e matemática (CTEM) das crianças e jovens do concelho de Loulé (o investidor social). Nesta fase inicial, estou sobretudo a apoiar o processo de avaliação do impacto do projeto, mas também nos reunimos com os diretores e professores CTEM da escola, ouvimos as suas necessidades e desafios e procurámos oportunidades que pudessem ser aproveitadas para ajudar a melhorar as hipóteses de sucesso dos alunos nas áreas CTEM. Com o início do ano letivo, começaremos a interagir com os alunos e esperamos apoiar os investigadores do CCMAR na partilha do seu trabalho e da sua paixão pela ciência com os alunos.

Antes de te juntares ao CCMAR, o que fazias?

Na minha última função, fui Coordenador de Conservação no Centro Global para a Sobrevivência das Espécies, nos Estados Unidos. Além de apoiar a rede IUCN (União Internacional para a Conservação da Natureza), coordenando projetos de conservação em todo o mundo (principalmente no Japão, Brasil, Peru e México). Também conduzi a minha própria investigação em conservação, fui autor da Avaliação Nacional da Natureza dos EUA, ensinei Ecologia e Evolução na Universidade de Indiana e tive a oportunidade de dar aulas ao grupo de pessoas com mais impacto que conheço - os jovens professores. Algo que certamente continuarei a fazer no projeto “Ciência Entrega-se”. Antes disso, fiz o meu doutoramento em análise estatística das métricas de conservação que guiam os objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas na University College London, onde também ensinei bioestatística e tive a oportunidade de trabalhar na Royal Society na interface entre política e ciência.

O que gostas de fazer fora do trabalho?

Gosto de passar tempo com a família, idealmente ao ar livre, conhecer áreas naturais e registar as suas espécies. Também pratico Karaté desde jovem e tive a sorte de treinar na Europa, nos EUA e no Japão - espero juntar-me a um dojo perto do CCMAR, brevemente.