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O desaparecimento destas “florestas debaixo de água” prende-se “principalmente com a acção humana”, através das pescas de amêijoas com ancinhos, da poluição das fábricas ou da construção de portos. “Há também situações em que desaparecem por factores naturais”, afirma a investigadora do Centro de Ciências do Mar (CCMAR) da Universidade do Algarve.

"O desaparecimento destas "florestas debaixo de água" prende-se "principalmente com a acção humana", através das pescas de amêijoas com ancinhos, da poluição das fábricas ou da construção de portos. "Há também situações em que desaparecem por factores naturais", afirma a investigadora do Centro de Ciências do Mar (CCMAR) da Universidade do Algarve".

Publicado in Ciência Hoje, 27/03/2012.

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